CT recupera máquinas que seriam descartadas como inservíveis

Notícia publicada em 9/06/2014Gerais

O setor de aulas IV da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN) comporta 8 laboratórios de aula e aproximadamente 500 máquinas (computadores, CPUs, projetores, entre outros). Tal estrutura, quando defeituosa, demanda reparos e uma equipe para fazê-los. É para isso que existe o Suporte Técnico de Logística e Informática, localizado na sala E2 do setor.

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Funcionando desde 2009, o suporte surgiu da necessidade de fornecer assistência técnica a professores e alunos do setor. Segundo Dinarte Lima, técnico do Suporte, o reparo e a manutenção dos equipamentos eram feitos por uma empresa especializada em assistência técnica. “Como a empresa desenvolvia o trabalho em todo o Campus, o conserto de uma máquina às vezes levava uma semana”, explica. “A partir dessa necessidade, surgiu em nós a curiosidade de reproduzir esse trabalho, mas com foco no setor de aulas IV”. O Suporte atende hoje o Centro de Tecnologia, o Laboratório de Recursos Hídricos e Saneamento Ambiental (Larhisa), o Núcleo de Tecnologia Industrial (NTI) e conta com um grupo de 10 bolsistas e três funcionários.

Um dos serviços prestados pela equipe é a manutenção das máquinas, que se resume à limpeza geral do equipamento, da memória e do HD, à instalação de softwares e à prevenção de vírus.  Outra atividade desenvolvida pela equipe é o controle das ordens de serviços, auxiliado pelo SH Oficina, um aplicativo que descreve o processo de entrada e saída das solicitações de manutenção.  Segundo Clédson Nunes, bolsista do setor, desde a instalação do aplicativo em abril de 2012, 680 ordens de serviço de máquinas de CPU foram registradas, incluindo serviços de reparo e de recuperação. O Suporte recebe diariamente fontes, estabilizadores, CPUs, projetores, entre outros.

A iniciativa do Suporte, no que diz respeito à recuperação de máquinas que, consideradas inservíveis, seriam descartadas, segundo o responsável pelo setor Manoel Ferreira, tem a ver com repensar a forma de consumo padrão, a fim de evitar novas aquisições e o descarte desnecessário. Manoel vê no trabalho uma oportunidade para aumentar a vida útil dos equipamentos eletrônicos da instituição. “Temos máquinas de 2008, 2009 e outras com quase 10 anos de funcionamento, graças ao serviço que prestamos aqui”, reforça. Ainda segundo Manoel, as máquinas não recuperadas são levadas ao Departamento de Material e Patrimônio – DMP.

Dispondo de uma sala pequena, os funcionários relatam a falta de espaço e de ferramentas. “Sentimos falta de um espaço maior para armazenar as máquinas e dar um destino útil a elas”, complementa Dinarte, destacando a importância de uma estrutura para atendimento sistemático, o que demanda investimentos por parte da Universidade.

Fonte: Por Natália Noronha e Jô Carvalho – Equipe DMA Comunica – Portal de Meio Ambiente da UFRN (www.meioambiente.ufrn.br)

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